sábado, 24 de setembro de 2016

Siga seu ritmo


          Todo mundo já passou por essa pergunta quando era criança:  "o que você vai ser quando crescer?". Eu tinha 8 anos quando respondi que queria ser veterinária! Eu amo animais, tenho quase um zoo em minha casa, já quis (e ainda quero) recolher os cachorros de rua, queria abrir uma clínica com preço acessível com bom tratamento, enfim, inúmeros planos. Passei por anos da minha vida pensando nisso, para mim era algo concreto e não mudaria, mas adivinhem quem não seguiu essa profissão? Isso, eu mesma!
          Sempre pensei que escolher uma profissão aos 18 anos algo injusto. Porque ainda somos "calouros" da vida para fazer qualquer escolha sobre o futuro, entretanto, nós estamos propensos a cobranças desde cedo. Quando entramos ao Ensino Médio, já damos de cara ao nosso principal objetivo que é ser preparados para uma escolha de faculdade, os professores já mencionam sobre profissões, estudar para vestibular, afinal, quem nunca ouviu "prestem muita atenção, isso cai bastante nas provas de vestibular", "leiam esse livro, será importante para vocês mais pra frente pro vestibular", entre outras frases que parecem ser clichês, porém são carregadas de pura verdade. E aguentar nos almoços de família seus tios perguntando sobre "E a faculdade? Já decidiu? Já está trabalhando? Trabalha no quê?" e acrescentam com: "Sabia que sua prima passou num concurso super concorrido e blablabla"... Sem esquecer os testes vocacionais, pressão dos pais, dúvidas cada vez mais frequentes, estresse do trabalho, aumenta ainda mais a vontade de largar tudo e vender miçangas na praia! Socorro! 
          Essa "coisa" de profissão nunca foi algo certo para mim. Eu sempre quis ser tudo, fazer tudo ao mesmo tempo. Já quis ser veterinária, bióloga, engenheira ambiental, cursar turismo, música (Música? História para próximos capítulos kkk'), já entrei para o curso de administração (odiei tanto que sai já no início do curso, não sei onde estava com a cabeça quando escolhi), estudava Letras e hoje, mudarei para jornalismo, essas duas últimas foi sim por causa do meu amor por livros e escrita. Indecisão? Talvez! Para mim conta mais como receio de trabalhar com algo que não me dê satisfação, não ligo para isso de "ah, escolha algo que dê dinheiro" (vou trabalhar numa caixa eletrônica, parei), do que adianta você trabalhar em algo somente pelo dinheiro e ser infeliz com aquilo que faz? Não, eu não quero isso para minha vida!
          "Nossa, mas não está tarde para você ainda ter essas dúvidas? Isso é coisa de adolescente". Primeiramente, não existe idade certa para se formar, de se encontrar em alguma coisa que te faça se sentir realizada. Já foi o tempo que tínhamos médicos, advogados, engenheiros, professores porque os pais queriam ou que você tinha que estar formada até os 25 anos e ter um ótimo emprego aos 30. Se casar, ter filhos, literalmente "brincar de casinha", está ai uma coisa que não faz parte dos meus planos, pelo menos ainda não: Casar! Afinal ser esposa e ser mãe é quase uma profissão também, se for parar para pensar.
          Eu acredito que todos nós possuímos um relógio de nossas vidas, igual aquele do clipe "Save me" do Nickelback, onde cada situação tem sua hora certa para acontecer... Não fique deprimido e pense que você é um fracassado, atrasado e errado ao ver pessoas da sua idade já decidas do futuro, que estão bem a frente de você, pense que até a última pessoa de uma maratona é vencedor, pois mesmo que o primeiro lugar já tenha chegado o corredor não desiste, ele continua até concluir a prova! Você alcançará sua linha de chegada, apenas siga seu ritmo. 


          Esse texto foi mais um desabafo e dedico para pessoas que estão nesse mesmo dilema que eu ou conhecem alguém que está nessa situação. Não importa sua idade, siga aquilo que está no seu coração, realize seus sonhos, trace suas metas, faça aquilo que você se sinta bem independentemente do tempo. Infelizmente nesse mundo sempre vai existir pessoas que se sentem melhores que outras. Acredite em si mesmo, e como diz Renato Russo "Quem acredita sempre alcança"

Beijos e até o próximo post!
Escrito por:
Aline Oliveira

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Resenha: O Orfanato da Srta. Peregrine para crianças peculiares



Título: O Orfanato da Srta. Peregrine para crianças peculiares
Autor: Ransom Riggs
Páginas: 336
Editora: LeYa

  "O orfanato da Srta. Peregrine para crianças peculiares" é o primeiro volume de uma trilogia do escritor, fotografo e cineastra norte-americano Ransom Riggs. É uma literatura fantástica, bem escrito e de enredo intrigante. Repleto de fotografias do próprio acervo do autor e de outros colecionadores, algumas são montagens (bizarras!) bem antigas, enriquecendo ainda mais a história. Publicada inicialmente pela editora LeYa, mas os próximos dois volumes (Cidade dos Etéreos e Biblioteca das Almas) tiveram seus direitos comprados e foram publicados pela editora Intrínseca. O livro tornou-se rapidamente um sucesso de público e crítica.
  Narrada em primeira pessoa, conhecemos Jacob, um garoto de 16 anos aparentemente comum. Tem poucos amigos, um emprego que odeia na qual esforçava ao máximo para ser demitido. Apesar de tudo, sempre teve uma forte ligação com seu avô Abraham Portman, judeu refugiado no País de Gales durante a Segunda Guerra Mundial. Abe, como é conhecido, foi um herói que lutou em guerras, cruzou oceanos e sabia tudo sobre armas. Desde criança, Jacob ouvia e acreditava nas histórias fantásticas contadas por seu avô. Entre essas magníficas histórias, a mais intrigante sempre foi sobre sua infância enquanto morava em um orfanato apenas para crianças peculiares com habilidades especiais, como levitar, super força, invisível, manipular fogo e tantas outras cada uma com um talento diferente. Abe guardava em uma caixa fotografias dessas crianças e mostrava para o seu neto, que ficava encantado com tudo aquilo. Para Jacob, essas histórias significavam que era possível viver uma vida mágica. 

“Eu tinha acabado de aceitar que minha vida seria apenas comum quando coisas extraordinárias começaram a acontecer comigo.” 

  A medida em que Jacob crescia, ele passou a desconfiar das fantásticas histórias contadas pelo avô, questionando se tudo aquilo era verdade. Até o dia que uma fatalidade acontece em sua vida mudando seus rumos. Ele vai em busca dessa ilha e ao orfanato perdido tentando entender melhor sobre o passado de seu avó, encontrando ali muito mais do que poderia imaginar. Sua vida dará uma reviravolta e se sentirá mais vivo que nunca. A viagem de Jacob para a ilha traz descobertas incríveis com muito suspense e mistério. Também nos convoca a conhecer crianças (sim, aquelas com poderes sobrenaturais) que estão a muito tempo se escondendo da "realidade", querendo saber sobre o futuro sem chances de conhecê-lo, pois precisam ser protegidas. Enquanto descobre mais sobre o passado do avô, sobre sua herança peculiar, acaba encontrando amigos onde menos esperava, só que neste lugar existem ameaças e segredos rondam o orfanato da Srta. Peregrine onde Jacob precisa fazer uma importante escolha que mudará seu futuro.



  O mundo criado pelo autor é diferente de tudo que já li. Cheguei a pensar em comparar com X-Men, Alice no País das Maravilhas (simplesmente acho que Lewis Carroll e Ransom Riggs seriam ótimos amigos! haha') e American Horror Story (por causa das bizarrices). Os personagens são maravilhosos, muito bem desenvolvidos, cheios de histórias para contar e com um papel fundamental em cada linha do livro. O que mais me atraiu neste livro foi sua diagramação impecável, com um toque de livro antigo e o uso das fotografias em preto e branco ilustrando as situações narradas, aumentando ainda mais a nossa curiosidade para desvendar os mistérios que cercam o orfanato. A descrição que Riggs faz de determinado personagem ou situação é bem detalhada, mas ao vermos a foto, parece que entramos dentro da história, se tornando uma experiência incrível.

“Era um lugar encantado, contava ele, projetado para manter as crianças protegidas dos monstros, em uma ilha onde o sol brilhava todos os dias e ninguém jamais adoecia ou morria. Todos viviam juntos em uma casa grande protegida por uma ave velha e sábia, pelo menos era isso que dizia a história. […] Havia uma garota que podia voar, um menino que tinha abelhas vivendo dentro dele, um irmão e uma irmã que podiam erguer facilmente pedras enormes.”

  No inicio da leitura, confesso que a história não me prendeu tanto, as situações demoravam para acontecer, até que chegou um determinando momento que era impossível desgrudar do livro! A linguagem é simples e a leitura flui ainda mais por causa da dinâmica com as imagens, apesar dos capítulos longos. Sem contar que Riggs conseguiu misturar fantasia, aventura, suspense com uma pitadinha de romance (essa parte ai me surpreendeu!) se tornando um livro que foge dos clichês. 



  Primeiramente, recomendo essa leitura antes da estreia do filme dia 29 de setembro. Isso mesmo, terá filme baseado no livro, produzido por ninguém mais, ninguém menos que Tim Burton, o mestre dos filmes sombrios! 

“Vocês tem certeza de que não fui eu quem escreveu esse livro? Parece algo que eu teria feito...” Comentário de Tim Burton ao livro.

  E só para ressaltar, não é um livro de terror, como muitas pessoas acham ao verem a capa e algumas imagens. É surpreendente esse mix da história, personagens misteriosos, fotografias e segredos a serem desvendados, só lendo pra entender essa sensação. Mesmo sendo uma trama muito fantasiosa, há fatos históricos, com um pouco de geografia e geologia, além da mitologia como por exemplo, as fendas temporais, trabalhadas de forma muito interessante. Sem dúvidas, uma leitura que agradará todas as idades.
            Confira o trailer do filme que terá o ator Asa Butterfield (O Menino do Pijama Listrado) como Jacob Portman.




quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Entrevista com a escritora Fernanda França


Fernanda França é jornalista e escritora, autora dos livros de gênero chick-lit ‘’Nove Minutos com Blanda’’, ‘’Malas Memórias e Marshmallows’’,  ‘’Bolsas Beijos e Brigadeiros’’ e ‘’O Pulo da Gata’’. Ela já fez cursos de especialização pelo Knight Center for Journalism in the Americas, EUA, trabalhou durante doze anos como repórter e atualmente vive com o marido e filho no interior de São Paulo. 
Faz três anos que li seu livro ‘’Malas, Memórias e Marshmallows’,  e desde então acompanho seu trabalho e estou sempre ansiosa para um próximo lançamento, a Fernanda tem um diferencial nas suas histórias, porque seus romances abordam temas importantes e que podem fazer toda diferença na vida/concepção de alguém, isso é uma das coisas que eu mais admiro na sua escrita, então se você ainda não leu nenhum desses livros, leia pois garanto que não irá se arrepender. A autora já veio para Curitiba em 2014 e eu tive o prazer de conhece-la, é ainda mais querida pessoalmente e de uma simpatia contagiante. Atualmente ela já terminou de escrever seu quinto livro, e tem mais novidade por ai, vocês irão saber logo abaixo nas perguntas que ela respondeu.   

Espero que gostem!  


1.    O que esperar do seu novo livro?

Olá, pessoal!

Tenho uma novidade linda, que é a participação em um livro de contos com outras oito escritoras incríveis. É “O Livro Delas”, lançamento da Rocco pelo selo Fábrica231 para a Bienal de São Paulo. Meu conto se chama “Eu vou te esperar” e estou muito feliz por fazer parte desse projeto. Espero todos vocês para o lançamento oficial na Bienal de São Paulo no domingo dia 28 de agosto das 10h às 12h na área de autógrafos 1.
O livro reúne contos de nove autoras. Além de mim, estão no projeto Bianca Carvalho, Carolina Estrella, Chris Melo, Fernanda Belém, Graciela Mayrink, Leila Rego, Lu Piras e Tammy Luciano. A organização dos contos é de Renata Frade.
Meu novo livro “solo” ainda não tem previsão para ser publicado, por isso ainda não posso contar muito sobre ele, mas é o livro que mais me emocionou escrever até hoje. É uma comédia romântica, mas que trata de temas sérios e que há tempos eu queria abordar nos meus livros. Não vejo a hora de poder mostrar para vocês. Garanto que está um trabalho lindo e estou muito ansiosa para que conheçam essa história.

2.    Seus livros são romances leves e que sempre abordam temas que são muito importantes e atuais, acho isso genial. O que te inspira a escrever suas histórias?

Puxa, obrigada! :-)

Fico tão feliz, porque escrever para mim é uma das minhas maiores alegrias. Quero levar diversão, mas também gosto de abordar temas sérios. É como se eu pudesse lidar com alguns assuntos difíceis de maneira leve, no meio da comédia e do romance. Como quando falo, por exemplo, de preconceito, de morte, da importância da família e dos amigos. No livro novo, eu trago temas como racismo, adoção, violência contra a mulher e outros assuntos, mas não deixa de ser um romance, com uma linda história de amor.
O que me inspira a escrever é levar uma mensagem bacana para as(os) leitoras(es). É tocar o coração das pessoas, poder mostrar a elas que tudo pode melhorar, que elas podem ser felizes, descobrir uma profissão que gostam, enfim, que podem dar a volta por cima. Se eu conseguir melhorar um pouquinho a vida de uma pessoa, já terei cumprido minha missão.

3.    Como é conciliar a vida de mãe e escritora?

Uma loucura! (risos)

Meu filho Angelo tem quatro anos, então exige muito de mim. Enquanto ele está acordado, eu nunca estou trabalhando. Por isso acabo escrevendo sempre de madrugada, assim como realizo meus outros trabalhos (também sou revisora e preparadora de textos) nesse mesmo horário. Tudo sempre quando ele dorme. Agora estou grávida novamente, então sei que terei mais um desafio pela frente. :-)

4.    Como é seu processo de criação, quanto tempo você leva para escrever suas histórias?
Cada história teve um tempo diferente, de acordo com meu amadurecimento como escritora e do momento pelo qual estava passando. O primeiro livro, 9 Minutos com Blanda, escrevi quando ainda trabalhava em um jornal como repórter e ainda não tinha pretensão de publicar um livro. Escrevi durante dois anos. O segundo, Malas, Memórias e Marshmallows, levou o mesmo tempo. O terceiro, Bolsas, Beijos e Brigadeiros, eu escrevi quando estava grávida do Angelo e uma parte depois que ele tinha nascido e demorou um ano mais ou menos. O Pulo da Gata ficou pronto em nove meses e o livro novo eu escrevi em sete meses.

5.    Você que já trabalhou como jornalista, que conselho você daria para quem quer seguir essa profissão? Vale a pena?

Sempre vale a pena fazer aquilo que você ama. Não importa qual é a sua escolha, o que vale é fazer aquilo o que faz você feliz, ou nada terá valido a pena. Eu sempre quis ser jornalista e amei os 12 anos que trabalhei na área. Meu conselho é: leia muito! Mas esse conselho eu dou para qualquer pessoa (risos). Acho válido começar a trabalhar cedo, a buscar freelas para ganhar experiência.

6.    Como você descobriu que queria ser escritora?

Acho que no fundo eu sempre quis ser escritora, porque quando eu era criança eu dizia que seria “poetisa” quando alguém me perguntava. Então acho que a literatura estava no meu coração desde sempre. Mas depois que eu acabei meu primeiro livro, e mandei para algumas amigas lerem, eu quis muito que outras pessoas conhecessem minha história. Acho que aí que eu descobri que era escritora.

7.    Sua família lê seus livros?

Sim! Meu marido geralmente é o primeiro a ler e opinar. Minha mãe não leu os primeiros logo que escrevi, mas agora ela lê quando ainda estou escrevendo e fica pedindo capítulos novos! (risos). Meu pai não lê muito, mas indica para todo mundo e compra para dar de presente para os amigos. Minhas tias também leem. Eu adoro quando descubro que alguém da família leu um livro meu.

8.    Sabemos que não é tão fácil publicar um livro. Qual o conselho que você daria pra quem está começando agora e sonha em ver o livro publicado?

Ler muito é o melhor conselho para qualquer escritor. E é importante saber que é uma carreira maravilhosa, mas muito difícil no Brasil. Publicar é o resultado do trabalho, vem lá na frente e antes disso você deve se preocupar em levar o melhor texto para seus leitores. Hoje em dia existem ferramentas para o autor publicar de forma independente e conquistar o público antes mesmo de conseguir uma editora e esse é um caminho novo e muito promissor.

9.     Foi muito difícil o processo de contatar as editoras para poder publicar seu livro?

Na época do primeiro livro, em 2009, entrei em contato com várias editoras. Se já é difícil hoje, com uma maior abertura aos autores nacionais, eu acredito que na época era bem mais difícil. Consegui publicar sob demanda e no segundo livro já tive um material maior para buscar novas editoras.

10.  Qual foi a sensação quando você publicou seu primeiro livro?

Foi a realização de um sonho, uma alegria tão grande que com certeza foi um dos dias mais felizes da minha vida. Até hoje, quando vejo um livro meu em uma livraria pela primeira vez, eu sempre fico emocionada e quase sempre derramo umas lágrimas. É como se fosse tudo pela primeira vez e cada livro traz uma emoção nova. Escrever é a minha vida! Sou muito grata a meus leitores por me proporcionarem a oportunidade de ter uma profissão que tanto amo. Obrigada!

Grande beijo e me sigam na internet!
Fernanda França
YouTube: www.youtube.com/fernandafranca
Twitter: @fernandafranca
Instagram: @fernandafranca

Eu que agradeço a você. Fer! Muito Obrigada por reservar um tempinho e responder as perguntas com tanto carinho, eu adorei :)

Pessoal, ''O Livro Delas'' já está em pré venda, então aproveitem para conhecerem o trabalho da Fernanda e de outras escritoras incríveis. 

















segunda-feira, 9 de maio de 2016

Trilha sonora: Como eu era antes de você


  Olá, leitores! Como vocês estão? Antes de começar, queria pedir desculpas pelo sumiço, eu estava resolvendo umas coisas pessoais e não conseguia postar nada desde então. Agora vou tentar voltar ao ritmo normal das postagens. Aviso dado, vamos ao que interessa.
  Uma das coisas que eu mais gosto em filmes além do enredo, cenário e atores, é a trilha sonora, afinal é ela que irá embalar as cenas, fazer a gente suspirar, chorar, rir... diversas emoções carregadas na qual a música é capaz de nos proporcionar. Não seria diferente em "Como eu era antes de você" (“Me Before You” em inglês). O filme irá estrear no dia 16 de junho (está chegando, ai meu coração!). Se você esteve fora de órbita nesses últimos tempos e não ouviu falar sobre o filme, saiba que ele é baseado no livro da escritora norte-americana Jojo Moyes, lançado em 2013 pela editora Intrínseca. O livro já foi resenhado aqui no blog, confira: Resenha: Como eu era antes de você, Jojo Moyes


  Agora se você prefere uma breve apresentação da história, aí vai a sinopse: Aos 26 anos, Louisa Clark não tem muitas ambições. Ela mora com os pais, a irmã mãe solteira, o sobrinho pequeno e um avô que precisa de cuidados constantes desde que sofreu um derrame. Trabalha como garçonete num café, um emprego que não paga muito, mas ajuda nas despesas, e namora Patrick, um triatleta que não parece interessado nela. Não que ela se importe. Quando o café fecha as portas, Lou é obrigada a procurar outro emprego. Sem muitas qualificações, consegue trabalho como cuidadora de um tetraplégico. Will Traynor, de 35 anos, é inteligente, rico e mal-humorado. Preso a uma cadeira de rodas depois de um acidente de moto, o antes ativo e esportivo Will desconta toda a sua amargura em quem estiver por perto. Tudo parece pequeno e sem graça para ele, que sabe exatamente como dar um fim a esse sentimento. O que Will não sabe é que Lou está prestes a trazer cor a sua vida. E nenhum dos dois desconfia de que irá mudar para sempre a história um do outro. "Como eu Era Antes de Você" é uma história de amor e uma história de família, mas acima de tudo é uma história sobre a coragem e o esforço necessários para retomar a vida quando tudo parece acabado.
  O casal principal é interpretado por Sam Claflin, o Finnick de Jogos Vorazes e Emilia Clarke, a Daenerys Targaryen de Game of Thrones. Não houve escolha mais perfeita do que essa! 

Trailer 1 (fevereiro): Ed Sheeran - Photograph


Já no primeiro trailer do filme damos de cara com a música Photograph de Ed Sheeran, impossível não amar. Recentemente, a Warner Bros Pictures divulgou o clipe da trilha sonora com algumas cenas inéditas do longa, mas não se preocupe: Sem nenhum spoiler para quem ainda não leu o livro. A música é um remix da canção “Unsteady” da banda X Ambassadors. O segundo trailer do filme também foi liberado no final de abril com a música "Not Today" da banda Imagine Dragons, que também fará parte dessa maravilhosa e bem escolhida trilha sonora, todas as músicas combinaram perfeitamente com a história de Lou e Will.

Trailer 2 (abril): Imagine Dragons - Not Today



  A Interscope Records divulgou a lista das músicas que farão parte da trilha sonora do filme. O CD chegará às lojas dos Estados Unidos no dia 3 de junho. Veja a lista:
1- Max Jury - Numb”
2- Holychild - Happy With Me”
3- X Ambassadors - Unsteady (Erich Lee Gravity Remix)
4- Jessie Ware - Till The End”
5- The 1975 - The Sound”
6- Jack Garratt - Surprise Yourself”
7- Cloves - Don’t Forget About Me”
8- Ed Sheeran - Photograph”
9- Imagine Dragons - Not Today”
 
 



           Outra agradável surpresa pra você que não possuí o livro é que a editora Intrínseca irá disponibilizar para venda a capa original do filme e para você que já tem com a capa antiga, com certeza terá uma vontade imensa de ter na estante essa capa linda com a Lou e Will <3
   








            Aguenta coração com tanta ansiedade para a estreia do filme. E vocês, qual música mais te conquistou?